segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA NA INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM ECI.


Olá Galera. Mais um ano começando e antes de mais nada quero desejar um feliz 2014 para todos. Um ano próspero e de muito sucesso profissional. Na postagem de hoje vou colocar na íntegra um trabalho orientado por mim em 2013. Minhas saudações a Fisioterapeuta Rejeane Santos da Conceição, minha aluna da Pós de Fisioterapia Pediátrica e Neonatal da UGF (Central de Cursos). O assunto é de fundamental importância a quem, como eu, acompanha o dia a dia de crianças especiais. A Fisioterapia é um instrumento precioso na Inclusão Escolar destas crianças. Vejam o artigo e saibam mais sobre o assunto. Abaixo , antes da leitura um pequeno vídeo que aborda o trabalho do TO e do Fisio na inclusão escolar. Uma boa leitura a todos!
 
 
 



 
A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA NA INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS COM ENCEFALOPATIA CRÔNCIA DA INFÂNCIA





 

REJEANE SANTOS DA CONCEIÇÃO

ALEXANDRE SILVA DE SOUZA

PEDRO CHAVES RIBEIRO

 

RESUMO

A encefalopatia crônica da infância, mais conhecida como paralisia cerebral é um conjunto de desordens motoras causadas por uma ou mais lesões no sistema nervoso central, podendo esta associada a alterações auditivas, visuais, sensoriais e cognitivas. Trata-se de uma pesquisa de abordagem quantitativa de caráter exploratório onde foi aplicado um questionário estruturado com quatro perguntas fechadas para nove professoras de uma escola regular da rede privada de ensino infantil e fundamental. Este estudo teve como o objetivo demostrar à importância da fisioterapia na inclusão escolar de crianças com encefalopatia crônica da infância, analisando a visão de professores através de questionário estruturado. Conclui-se que os professores não acreditam que a educação inclusiva aconteça dentro da escola onde trabalham e que entendem a necessidade do fisioterapeuta no auxilio de vários itens de adaptação, facilitação e orientação para melhor atender as necessidades da criança com encefalopatia crônica da infância.

 

Palavras-chave: Encefalopatia crônica da infância; Paralisia cerebral; Educação inclusiva; Fisioterapia inclusiva.

 

ABSTRACT

 

Better known as cerebral palsy chronic encephalopathy of childhood is a collection of motor disorders caused by one or more lesions in the central nervous system , which may associated with auditory, visual , sensory and cognitive impairments . This is a survey of quantitative exploratory approach where a structured closed questions with four to nine teachers of a regular private school for kindergarten and elementary questionnaire was applied . This study was aimed to demonstrate the importance of physiotherapy in the inclusion of children with chronic encephalopathy of childhood , analyzing the vision of teachers through a structured questionnaire . It is concluded that teachers do not believe that inclusive education happen inside the school where they work and who understand the need of the physiotherapist in aid of various items of adaptation, facilitation and guidance to better meet the needs of children with chronic encephalopathy of childhood.

 

Keywords: Chronic encephalopathy of childhood; Cerebral Palsy; Inclusive Education; Physiotherapy inclusive.

 



INTRODUÇÃO

 

            Paralisia cerebral foi o terno primeiramente usado em 1943 por William John Little para descrever 47 crianças que apresentavam padrão de espasticidade, e comum histórico da doença pregressa como a prematuridade, sofrimento fetal, demora em chorar e respirar ao nascer, além de convulsões nas primeiras horas de vida. Com o passar dos anos foi adotado o termo encefalopatia crônica da infância por entender que essa condição clinica trata-se de um distúrbio estático, não progressivo que acomete o sistema nervoso central imaturo.1,2,3

A encefalopatia crônica da infância pode ser definida como uma ou várias lesões no cérebro em desenvolvimento que resulta na incoordenação motora e dificuldade em manter posturas, ou seja, alteração e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, algumas vezes associado a déficit visual, alteração da fala e do cognitivo.4

            As lesões que causam tais desordens motoras, sensoriais, perceptivas, cognitivas e comportamentais acontecem no inicio do desenvolvimento do encéfalo, sendo assim as causas podem ser classificadas como pré-natais, como as infecções congênitas, perinatais, como a anoxia neonatal e pós-natais, como infecções e traumas. De todas as causas a anoxia neonatal é um fator que se destaca afetando sete crianças a cada 1.000 nascidas vivas nos países desenvolvidos.1,3

            As alterações, predominantemente motoras, podem dificultar a obtenção de habilidades necessárias à interação educacional e práticas como o manuseio de instrumentos para escrever com impacto no contexto escolar podendo afetar a autoestima e limitar as experiências de interação social da criança com encefalopatia crônica.2

            As dificuldades encontradas pelas crianças portadoras de necessidades especiais causadas por encefalopatia crônica são datadas desde a socialização do homem, onde tais indivíduos foram marginalizados por discriminação e preconceito. Na tentativa de diminuir as mazelas de tal situação, o governo brasileiro adotou um sistema educacional inclusivo ao assinar a Declaração Mundial de Educação Para Todos e a Declaração de Salamanca, resultado da Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais: Acesso e Qualidade.5

            Uns dos pontos mais importantes da Declaração de Salamanca é a proclamação que diz: aqueles com necessidades educacionais especiais devem ter acesso á escola regular, que devera acomoda-los dentro de uma pedagogia concentrada na criança, capaz de satisfazer tais necessidades, além de garantir programas de treinamento de professores incluindo a provisão de educação especial dentro das escolas regulares. Esses itens afirmam a importância do conhecimento dos professores sobre o diagnóstico e prognóstico da criança com encefalopatia crônica, a fim promover estratégias de estimulação em conjunto com profissionais como psicólogos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos.6

Segundo Beyer:7
 

Vigotski afirma que o lugar mais legítimo para todas as crianças, também as com necessidades especiais, é na escola regular. A escola especial correia o risco de perpetuar a cultura de déficit, em que os significados das identidades – individuais e sociais - encontrar-se-iam ou em um estado de acentuada difusidade, ou inadequada a imposição de modelos, valores ou referencias culturais, que não viabilizam ao sujeito sua própria síntese cultural.

 

            O reconhecimento das dificuldades motoras da criança com encefalopatia crônica facilita sua adaptação no contexto escolar. Assim o fisioterapeuta assume um importante papel com objetivo de eliminar barreiras arquitetônicas, estabelecer adaptações do meio, reconhecer os padrões posturais dos alunos, desenvolver instrumentos que facilitem sua atividade escolar, utilizar técnicas e orientações que sejam acessíveis ao professor para auxiliar no processo de aprendizagem das crianças.8

Croker & Kentish apud Silva & Mazzotta afirmam que:4

 
Cabe ao fisioterapeuta identificar as barreiras que a criança enfrenta no ambiente escolar, bem como as expectativas e as exigências para ela poder funcionar nesse ambiente. Cumpre identificar as demandas que a criança enfrenta em relação ao seu enduro, sua mobilidade, força e destreza.

 

            Para Guimarães1, o fisioterapeuta deve seguir seis objetivos comportamentais para complementar a educação inclusiva. São eles:

1-      Reconhecer a importância da fisioterapia como contribuição para a educação;

2-      Ter conhecimento sobre o desenvolvimento sensório-motor na aprendizagem;

3-      Identificar padrões posturais característicos da encefalopatia crônica da infância que influencie nas atividades escolares;

4-      Caracterizar e segmentar tais padrões;

5-      Discriminar e utilizar técnicas e equipamentos acessíveis ao professor;

6-      Desenvolver relações multiprofissionais.

O presente artigo tem o objetivo de demostrar à importância da fisioterapia na inclusão escolar de crianças com encefalopatia crônica da infância, analisando a visão de professores através de questionário estruturado.

 

METODOLOGIA

 
Trata-se de uma pesquisa de abordagem quantitativa de caráter exploratório referente à importância da fisioterapia na inclusão escolar de crianças com encefalopatia crônica da infância, visando entender alguns elementos sob a perspectiva dos professores.

A pesquisa quantitativa exploratória prevê a mensuração de dados numéricos com objetivo de esclarecer e ampliar o conhecimento a respeito da situação estudada.9

Foi aplicado um questionário estruturado com quatro perguntas fechadas para nove professoras de uma escola regular da rede privada de ensino infantil e fundamental. Os participantes da pesquisa são todas do sexo feminino, com idade entre 26 e 45 anos e formação acadêmica em pedagogia.

 
RESULTADOS

 

O questionário aplicado para o grupo de nove professores constou de quatro questões objetivas descritas na seguinte tabela:

 

1.      Para você a escola de ensino regular esta preparada para receber uma criança com paralisia cerebral?
Sim
12%
Não
88%

 

2.      Para você quais são as principais barreiras que dificultam a inclusão escolar de crianças com paralisia cerebral?
Arquitetônica
22%
Cognitiva
22%
Funcional
44%
Outras
12%

 

3.      Quais desses profissionais você considera mais importante, auxiliando o educador na inclusão escolar de crianças com paralisia cerebral?
Fisioterapeuta
56%
Terapeuta ocupacional
22%
Psicólogo
11%
Outros
11%

 

4.      Como você acha que o fisioterapeuta poderia ajudar no contexto escolar de uma criança com paralisia cerebral, caso esse profissional fosse inserido na sua equipe?
Adaptando os moveis
22%
Adaptando a postura da criança para facilitar a realização das atividades
56%
Fazendo relatórios direcionados
22%
Outros
0

 

 

DISCUSSÃO

 

A primeira questão dessa pesquisa abordou a opinião dos professores sobre o preparo da escola para receber crianças com encefalopatia crônica da infância. Entre nove professoras, somente uma afirmou que a escola em que trabalha esta preparada para receber este tipo de aluno.

Um estudo com aplicação de questionário com 22 professores de três escolas de ensino regular observou que no item inclusão, com exceção de uma professora, todos acreditam na educação inclusiva, porem demostram preocupação com as adaptações que devem acontecer na escola e nas mudanças da formação profissional para que o educador saiba lidar com seus alunos nas mais diversas limitações.10

O resultado da segunda questão que abordou o julgamento sobre as barreiras que dificultam a inclusão de crianças com encefalopatia crônica da infância foi bastante dividido. O grupo escolheu entre quatro alternativas, onde 22% das professoras afirmaram que o principal empecilho que dificulta a inclusão é a barreira arquitetônica do ambiente escolar, outros 22% indicaram a barreira cognitiva dos alunos como a maior dificuldade, a maioria das professoras, 44%, relata que a barreira funcional como fator limitante da aprendizagem e apenas 11% afirmou que todas as alternativas dificultam a inserção de crianças com encefalopatia crônica da infância no ambiente escolar.

Silveira e Neves11 abordaram esses fatores limitantes na sua pesquisa com entrevista semiestruturada com 10 professoras de crianças deficientes múltiplas e afirmam que:

 

A inclusão só pode ser possível se for realizada com cautela e em longo prazo, se levar em conta o comprometimento da criança, se não se destinar aos mais comprometidos, se for somente no campo social e se houver um preparo do corpo técnico e do ambiente físico.

 

 

Já para Ehlert8 em seu estudo qualitativo com aplicação de questionário a professores e diretores de cinco escolas da rede municipal ocorre a necessidade da vontade política e esforço por parte dos diretores para captar recursos, ou mesmo para usar os já existentes na eliminação das barreiras arquitetônicas e ainda afirma que muitas das barreiras ambientais podem ser superadas através da criatividade dos próprios educadores com auxilio das famílias.

            Sobre a questão da equipe multiprofissional 55% das professoras acreditam que o fisioterapeuta é o profissional mais importante no auxilio da inclusão no contexto escolar, 22% das professoras acreditam que o terapeuta ocupacional é o profissional mais indicado, 11% acredita no psicólogo e 11% afirma que todos esses profissionais são importantes para formar uma equipe multidisciplinar atuando com crianças com encefalopatia crônica da infância.

Melo e Ferreira12 realizaram um estudo com aplicação de entrevista semiestruturada para oito professores de uma escola publica de ensino infantil com objetivo de verificar o pensar dos professores de educação infantil sobre o cuidar das crianças com deficiência física na escola regular e como veem a importância do profissional de saúde, para sua melhor atuação junto a esses alunos. Esta pesquisa concluiu que a maioria dos professores reconhece a importância dos profissionais de saúde para facilitar o trabalho pedagógico, mas este grupo de professores também ressaltou que a relação professor/profissional de saúde é muito superficial muitas vezes por resistência do próprio profissional de saúde. 

No ultimo item as professoras foram questionadas sobre a atuação do fisioterapeuta dentro do ambiente escolar. 55% das entrevistadas acreditam que o fisioterapeuta deve atuar adaptando a postura do aluno, deixando-o mais funcional possível, 22% acreditam que a melhor forma de atuação é adaptando os móveis e 22% professoras optaram pela atuação do fisioterapeuta através de relatórios de orientação ao educador.

Pesquisas demonstram que a atuação do fisioterapeuta dentro da escola é ampla e pode ser executada de diversas maneiras, incluindo orientação ao professor na seleção e uso de equipamentos e mobília e na facilitação da postura durantes todas as atividades propostas. 13

Neto e Blascovi-Assis14 realizaram uma pesquisa com 16 professores de 14 escolas municipais regulares de educação infantil objetivando caracterizar as ações do fisioterapeuta em escolas regulares enfatizando brincadeiras que envolvam atividades motoras através de questionário quantitativo. Tais autores concluíram que é ineficiente o serviço de apoio a professores de escola regular no contexto de educação inclusiva e que é essencial e contribuição do fisioterapeuta nos momentos de brincadeiras que exigem atividades e habilidades motoras.

Tagliari, Três, Oliveira15 relatam que:

 

O Fisioterapeuta tem papel preponderante no ambiente escolar uma vez que poderá propor mudanças e inovações não somente externa como internamente, possibilitando melhores condições de acesso e permanência do portador de deficiência física proporcionando sua inclusão no ambiente escolar e assim melhorando a sua qualidade de vida.

 

 
CONCLUSÃO

 

            A criança com encefalopatia crônica da infância pode apresentar diversas limitações motoras e cognitivas como resultado de uma ou varias lesões neurológicas, assim quanto mais comprometido for o quadro funcional, mais difícil a inclusão desta criança em vários setores da sociedade, principalmente o setor escolar.

            As dificuldades encontradas pelos professores na inclusão dessas crianças são justificadas pela falta de conhecimento técnico do educador diante de uma condição clinica limitante e pela falta de profissionais de saúde que facilitem o processo de socialização e aprendizagem dentro da escola.

            Diante das respostas das professoras descritas neste estudo sobre questões inclusivas e de conhecimento sobre o trabalho multidisciplinar, conclui-se que o fisioterapeuta dentro de seu conhecimento especifico e funcional é um profissional de extrema importância para  facilitar a permanência de maneira efetiva e funcional da criança com encefalopatia crônica da infância, atuando nas adaptações do ambiente, nas posturas para determinadas atividades, facilitando o trabalho do professor com orientações especificas e otimizando a reabilitação em um contexto amplo e satisfatório.

 

REFERÊNCIAS

 

1.      GUIMARÃES, Pedro; NACPC. Caminhos e conquistas na paralisia cerebral: uma ação interdisciplinar pela vida. Salvador; UNICEF, 2005. Cap. 3, 9, p. 63-72, 335-371.

 

2.      GOMES, Claudia, BARBOSA, Altemir. Inclusão escolar do portador de paralisia  cerebral:  atitudes de professores  do  ensino  fundamental. Revista Brasileira Ed. Esp., São Paulo, v.12, n.1, p.85-100, 2006.

 

3.      BRAIL. Diretrizes de atenção à pessoa com paralisia cerebral. Ministério da Saúde, Brasília, 2013.

 

4.      SILVA, Livia; MAZZOTTA, Marcos José. Importância da inclusão escolar na reabilitação fisioterapêutica de crianças com paralisia cerebral. Cadernos de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento, São Paulo, v.9, n.1, p.9-32, 2009.

 

5.      MELO, Francisco; MARTINS, Lúcia. Acolhendo e atuando com alunos que apresentam paralisia cerebral na classe regular: a organização da escola. Revista Brasileira Ed. Esp., Marília, v.13, n.1, p.111-130, 2007.

 

6.      MACIEL, Maria. Portadores de deficiência a questão da inclusão social. Rev. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v.14, n.2, p.51-56, 2000.

 

7.      BEYER, Hugo. Importância da educação inclusiva: contribuições da abordagem Vygotskiana e da experiência alemã. Rev. Bras. Ed. Esp., Marília, v.9, n.2, p.163-180, 2003.

 

8.      EHLERT, Raquel. A inserção do fisioterapeuta em escolas regulares no processo de educação inclusiva. Monografia (Bacharel em Fisioterapia) - Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, 2009.

 

9.      DYNIEWICZ, Ana Maria. Metodologia da pesquisa em saúde para para iniciantes. Ed. Difusão. 2009.

 

10.  MELO, Francisco; PEREIRA, Ana. Inclusão escolar do aluno com deficiência física: visão dos professores acerca da colaboração do fisioterapeuta. Rev. Bras. Ed. Esp., Marília, v.19, n.1, p. 93-106, 2013.

 

11.  SILVEIRA, Flávia; NEVES, Marisa. Inclusão escolar de crianças com deficiência múltipla: concepções de pais e professores. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v.22, n.1, p. 79-88, 2006.

 

12.  MELO, Francisco; FERREIRA, Caline. O cuidar do aluno com deficiência física na educação infantil sob a ótica das professoras. Rev. Bras. Ed. Esp., Marília, v.15, n.1, p.121-140, 2009.

 

 

13.  DURCE, Karina; FERREIRA, Cláudia; PERREIRA, Priscila; SOUZA, Brenda. Atuação da fisioterapia na inclusão de crianças deficientes físicas em escolas regulares: uma revisão de literatura. O mundo da saúde, São Paulo, v.30, n.1, p. 156-150, 2006.

 

14.  NETO, Adriana; BLASCOVI-ASSIS, Silvana. Contribuições do fisioterapeuta na inclusão escolar de alunos com deficiência sob a perspectiva do brincar. Cadernos de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento, São Paulo, v.9, n.1, p.76-91, 2009.

 

15.  TAGLIARI, Carina; TRÊS, Francesca; OLIVEIRA, Sheila. Análise da acessibilidade dos portadores de deficiência física nas escolas da rede pública de Passo Fundo e o papel do fisioterapeuta no ambiente escolar. Revista neurociências, v.14, n.1, p.10-14, 2006.

 

Um comentário:

  1. Muito bacana o texto. Acho a atuação do fisioterapeuta muito importante para a inclusão escolar e para o desempenho dos alunos, sejam estes especiais ou não. Infelizmente, a graduação prepara muito pouco o fisioterapeuta para atuação em âmbito escolar, e muitos fisios também atuam nas escolas tentando intervir em questões terapêutica ocupacionais. Devemos nos respeitar e reconhecer a importância de cada um.

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